quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

"A gente sabe que é amor"

[...] Bom!! [...]

[...] Acho que sabemos que é amor, quando a voz do outro(a) nos arrepia, nos estremece, nos deixa tonto, mesmo quando juramos não querer mais ver, mesmo quando gastamos todo o latin, dizendo que já não basta, que já não afetará, que já não tem mais importância, que já esquecemos, que já sofremos e não queremos perpetuar [...]

[...] Acho que sabemos que é amor, quando o sentido dado a vida é o sentido de outra vida [...]

[...] Acho que sabemos que é amor, quando imersos em meio a tantos a significância é insignificante, se nesse meio não estiver quem queremos, mesmo estando por estar [...]

[...] Acho que sabemos que é amor, quando dormimos, sonhamos, acordamos e durante todo o tempo o que não sai da mente é o mesmo frenesi [...]

[...] Acho que sabemos que é amor quando apostamos, mesmo sabendo o resultado, mas apostamos [...]

[...] Mas [...]

[...] Acho que realmente sabemos que é amor, quando pensamos no outro, não o pensar do querer esta perto, mas do pensar em aprendermos a abrir mão do outro, para que o mesmo viva, mesmo não sendo mais da nossa vida [...]



[...] Deixando a vida me levar [...]


wanderson silva

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

"Voando por ai”

[...] A constância em se viver o que sentimos, o valer a pena fazer acontecer, as dúvidas, angústias e anseios! [...]

[...] A sensação de ganhos e perdas, decisões de um futuro, fazendo do presente intenso e cheio de esperanças, não é que as coisas hoje façam tanto sentido, mas qual o sentido que devemos dar e se merece ou merecemos tal sentido, o caminho agora único, conduzido por dois assentos fixos, então mais firme, coerente e conciso, esperamos pelo menos, pois nada é tão certo quanto a morte e nas noites transformadas em dias, ou vice-versa, os contos deixam de ser luz, e passa-se ao nublado de incertezas, não do que há no sentimento mais profundo, mas do que se pode esperar do retorno de demonstrar tal apreço, a confiança no outro, quando nossa vida já não está somente em nossas mãos [...]

[...] Tão clara como a neve é a motivação, a vontade de insistir no que se presa, no que acreditamos, dando forças e um rumo certo, com atitudes causadoras de planos e metas, concretizadas nos dia-a-dia, no contato, na certeza do sentimento e esperando que seja recíproco [...]

[...] Essa foi minha vida, é minha vida, e ainda será? [...]

[...] Deus, deposito em ti a chave dos meus caminhos, pois sei que o destino é mais certo, quando deixado em tuas mãos, faça-me ter sabedoria, coerência, discernimento, pasciência, amor a ti e ao meu próximo, e então a vitória em teu nome [...]

[...] Que os anjos digam, hoje e sempre em teu nome, Amém [...]


wanderson silva

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

"Uma pluma humedecida


[...] Ufa!!![²]  [...]


[...] Hum, hoje estou assim, sei lá, leve, leve, também pudera, umas 3 horas, alugando um ombro, [ahuashuasha] era o mínimo a ocorrer, tantas lembranças, momentos, atitudes e pensamentos, conselhos mil, até pela longa data do contato, algo realmente único, como um sorriso de um bebê, então hoje não estou reflexivo, a passagem aqui é única e exclusivamente para não ficar em branco e manter-me mais presente, mesmo quando não quiser, através da manutenção do hábito, acho que é isso que mantém alguns laços que outros dizem ser algo a mais do que o que verdadeiramente são [...]

[...] Medos, medos, quem não os têm? A diferença entre homens e crianças, é a capacidade de enfrentar e mais ainda a solução apresentada para tal [...]

[...] O lustre que atormenta, as vozes, as sombras, tudo muito sombrio e que assolam as noites antes quentes, hoje apenas frias, tão frias quanto a vontade de não sair dos sonhos, onde os mesmos parecem ter mais controle do que a realidade [...]

[...] Se sonhei ou se morri, agora isso tudo já não condiz, apenas vivo, como se já não fosse comigo, se já não pertencesse a isso tudo e já me basta [...] 


wanderson silva

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

"AGORA ACORDADO"




"Freddy, agora não! Eu dormi, mas já acordei"

[...] Ufa!!! [...]

[...] Demorou mais acordei, já dizia, ahhh, sei lá quem, "depois da tempestade sempre há um dia claro", ta bom não era essa a frase, mas achei melhor para o momento, claro no sentindo da maneira como podemos ver melhor o que nos rodeia, claro como água limpa após a rio acalmar-se, sem onda, [ahsuahaus], pois é, como dizem, ainda outros, "para bom entendedor, meia palavra basta", quem não entende é burro ou louco, eu estava sendo louco, admito, mas toda insanidade tem seu fim, ao menos as minhas [ashuashausha], caso mais possível de ser verificado, pois não minto para mim mesmo, ao menos acho [...]

[...] Se houvesse uma certeza absoluta não haveria tantas pessoas discordando da mesma coisa,
fato, mas o que leva ao discordar-se de algo claro, preto no branco, livre e leve, nítido [aff], é isso, já me falta palavras, mas como em time que ta ganhando não se mexe, tenho que continuar a externar o que é possível, [ashuashaush] [...]

[...] Adultos céticos, tão bom quando éramos crianças, em que a maldade não era tão fácil de ser percebida [...]

[...] Mudando o astral, toda mudança tem seus percalços, uns bons outros não tão bons, e os bem ruins, pois é, como diz o título, acordei, a criança aqui dentro já não habita, portanto, a fantasia já não me seduz, então, não quero mais doces, nem brinquedos, nem afagos, na verdade, não quero nada além de estar bem comigo mesmo, e isso por hora me basta e não considere que isso agora me machuca, machucou admito, mas não mais, nada de palavras de consolo, promessas, isso já não me ilude hoje sou o real, o presente, o que eu disse ontem, hoje já não me serve, então me considere a partir desse momento, pois eu dormi e acordei, em fim acordei [...]

[...] Não estou tentando esquecer, estou apenas aprendendo a conviver e não lamente por mim, pois eu não estou lamentando, apenas me libertando, se é preciso dar o primeiro passo, então, dei um errado, achando que era certo, dei mais outro errado, mas agora encontrei o caminho, e no caminho só vejo a mim mesmo, pelo menos ninguém me empurra, ladeira abaixo novamente [ashuashaushuahs] [...]



[...] Deixo a vida me levar, mas não para onde não quero ir [...]



wanderson silva

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

"Tentando Curar essa Dor"


"A volta dos que não foram - PARTE II"

 

[...] Subestimando a mim mesmo, aqui estou novamente, também pudera, uma carga considerável de informações, anda sobrecarregando os neurônios que acho ainda ter em quantidades aceitáveis, mas é assim mesmo, costumo levar a sério o lance de pensar muito antes de agir, e quando não o faço me martirizo por considerar que os caminhos dos fatos talvez pudessem ser outros, se tal atitude não fosse abnegada, mas é fato que os erros nos acompanham desde o Éden, ou outrora apenas uma forma de tirar-nos o peso de aceitarmos nosso próprio fardo [...]

 

[...] A negação da existência, a culpa, a dor, ações e emoções, algo explosivo se untados em quantidades em demasia, mas quais as medidas aceitáveis para uma escolha? É possível manter-se inerte aos acontecimentos que em muito lhe tocam? É possível conter-se, esperar a trovoada passar, para só então acompanhar a caída da chuva? De fato lamentações, lamentações, muitas lamentações, e de que mais é feita a vida em seu derradeiro se não de lamentações [...]

 

[...] O futuro, algo esplendoroso quando imaginado em pomposas vidas deslumbrantes para os mais à frente ou algo bem simples para os de pouca fé, é tudo muito constante e esperar o futuro sem preparar os alicerces é bem mais comum do que em muito acreditamos, digo isso por alguns espasmos do meu próprio imbróglio, se bem tivesse parado mais para pensar talvez o meu futuro fosse mais amplo no sentido de escolhas, mas a retórica é sempre a mesma e ainda assim discutível, a opção pelo curso de administração não me deixa frustrado, muito pelo contrário me pegava pensando “não há melhor escolha a se seguir, que carreira fantástica”, isso no auge, mas quando nos vemos em um ponto, onde a sua escolha não lhe mostra caminhos para sua própria vida, saber administrar uma empresa e não sua própria vida? Identificar erros de uma grande organização e não os encontrar em algo bem em baixo de seus olhos [...]

 

[...] Bom, então é isso, algo mal resolvido, palavras soltas, promessas de quem no fundo sabe que não pode ou não quer cumpri-las, ou pelo menos não demonstra tal querer, é assim que a realidade nos tira da fantasia e a vida nos torna mais rígido e nos tira da areia do parquinho e nos lança no concreto da vida real, sem aberturas para investidas mesmo quando acreditamos que esse não parece ser o melhor caminho [...]

 

[...] Como antes, não prometo voltar, apenas me deixando levar [...]


wanderson silva

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

"Tentando curar essa dor"

"A volta dos que não foram"

[...] Tempo pouco, ou nada do tempo, antes aqui para divertimento utópico de universitário, esse do qual não consegui manter a paixão por fazer, mas, dizem que amadurecemos, então acho que agora as coisas parecem fazer sentido, as peças se encaixam, e o rio tenta seguir seu rumo, já que nada é eterno, até que ponto vale? Será que há?[...]

[...] Um bom tempo sem postar meses, para ser mais preciso, mas aqui estou novamente, agora realmente certo disso, antes com alguns cases universitários, não que os problemas sejam diferentes, mas a ótica muda, tem que mudar pelo menos [...]

[...] Um livro aberto, para analisar-me, ser analisado, como já dizia não me lembro quem agora [...] de médico e louco todos tem um pouco [...],  alguns projetos não foram adiante, outros beiram ao naufrágio, mas alguns nasceram desse imbróglio suburbano moderno que em bons tempos chamamos de vida, vida que beira ao trágico [...]

[...] Não considerem que seja algo certo ou são, apenas um desabafo, um para testar o amadurecimento, não que seja longo, ou até mesmo breve, mas que sirva para liberar aquilo que outrora nos prende, nos move, nos condena ou liberta [...]

[...] A procura de um sentindo, se é que há um, ou até mesmo vale procurar, se é que não existe ou existiu, isso acontece quando aquilo em que se acredita, parece não querer ou poder continuar, onde o âmago do ideal não seja certo, mas seja apenas vão [...]

[...] Por agora é isso, eu não prometi voltar, não prometo ficar e tão pouco continuar, apenas estou me deixando levar [...]


wanderson silva