sexta-feira, 19 de junho de 2009

"Freddy, agora não! Eu dormi, mas já acordei" [2]

[...]”Não julgueis para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós.” [...]

[...] Esses dias, estive analisando no que me tornei, ou deixei que me tornassem, sim, pois somos responsáveis por nós mesmos e pelos que nos cercam, aceitar isso pode ser um pequeno passo para concertar tudo, mas é um grande inicio para que procura, É nos momentos de crise, que se separa o homem da criança, os fortes se sobressaem e os fracos se afundam em suas próprias lamurias e receios, incapazes de saírem de seu mundinho pequeno, mesquinho e tão cego a ponto de não perceber que as oportunidades existem e sempre existirão, a diferença está naquele que sabe identificar e moldá-la a seu favor. É fácil dizer que não consegue, é fácil criticar, é fácil julgar sem conhecimento ou até com conhecimento de causa e mais fácil ainda é não fazer nada, e onde está o mérito? Onde está a luta? Quais ganhos estão associados à vida alheia? Qual prazer há em destrinchar a vida de outrem se não o de deixar de cuidar da sua, procurando defeitos no outro para minimizar e esconder os seus próprios? É cada vez mais evidente e fácil esconder-se, tornando mais fácil ainda criticar aquele que consegue sair dessa penumbra e enfrentar a vida, basta acreditar, basta agir acima de tudo; aquele carrega rancor e mágoas, sempre trará para si, aquilo que alimenta, na mesma mão que quem transporta amor, bondade e tudo o que ainda há de melhor entre nós, sempre atrairá o belo, o bom o amor, e as bênçãos do pai eterno. [...]


[...] Dizia Alziro Zarur (1914-1979), o saudoso fundador da Legião da Boa Vontade, que "não há segurança fora de Deus": o Deus entendido naturalmente como Fraternidade, não o sanguinário inspirador de atos fanáticos. O seu raciocínio, evidentemente, aplica-se também à sociedade, como a todos os demais segmentos da vida do Homem na Terra. [...]




[...] Deixo a vida me levar, mas não para onde não quero ir [...]


wanderson silva