sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Gigante mesmo é a nossa fé
*Por Maurício Neves
Faz vinte e um anos, mas a lembrança é nítida como o contraste do vermelho e preto contra o verde do gramado. Vínhamos fazendo um campeonato brasileiro irregular e, durante os Jogos Olímpicos de Seul, fomos privados de Zé Carlos e Bebeto. Diante disso, e com a contusão de Zico, fomos obrigados a mandar a campo Delacires e Luvanores, com o velho Cantarele no gol, grande Canta, figura histórica, mas que naquele fim de carreira levou até gol do meio da rua, contra o Santa Cruz, no Maracanã.
Ficamos quatro jogos sem vencer. Mas aí chegou Telê Santana, Zico voltou ao time e fez uns golaços, Sérgio Araújo foi contratado e encaixou. Vencemos Santos, Guarani – um contundente 5x1 em pleno Brinco de Ouro – e Criciúma em seqüência, e para fechar o turno empatamos fora com Cruzeiro e Coritiba.
Havia uma animação geral no começo do segundo turno. Mas perdemos para o Inter no Beira-Rio, mesmo com Zicão metendo um dos mais belos gols de sua iluminada carreira. Aí escorregamos diante do Palmeiras, e com outras duas derrotas diante de São Paulo e Vitória, todos disseram: o Flamengo está fora, não chega entre os oito.
A coisa piorou de vez no Fla-Flu. Vencemos por 1x0, mas Zico se machucou de novo. Parecia que só restava terminar o campeonato com dignidade. Parecia, porque depois do Fla-Flu vencemos mais três jogos, um atrás do outro: Atlético Paranaense no Rio, Portuguesa no Canindé e Bangu, sob um sol escaldante, com um gol espírita de Alcindo. Doze pontos ganhos em doze pontos disputados. A duas rodadas do fim, estávamos no páreo.
O penúltimo jogo foi contra o Goiás, no Serra Dourada. O Flamengo pareceu sentir o esforço da arrancada de quatro vitórias, e não saiu do zero a zero. Naquele ano empate levava para os pênaltis, e o vencedor do desempate ficava com dois pontos, sobrando unzinho para o perdedor. Perdemos e saímos de Goiânia quase eliminados.
Na última rodada precisávamos vencer o Atlético Mineiro no Maracanã, e torcer por um tropeço – um empate que fosse – do Sport contra o Vitória, na Ilha do Retiro, ou do São Paulo contra o Goiás, no Morumbi. Era muito pouco provável que os já eliminados Vitória e Goiás aprontassem para cima dos tricolores pernambucano (vermelho, preto e amarelo) e paulista. Só um milagre, disse Celso Garcia na Rádio Globo, só um milagre para o Flamengo se classificar. Mas eu acredito em milagres, disse o mesmo Celso Garcia.
Na época não tinha pay-per-view, e eram raros os jogos ao vivo na telinha. O nosso passou na Globo, e foi ao pé do rádio que acompanhei os outros dois embates que nos interessavam. Segundo tempo já, o zero a zero teimava no Maracanã, no Morumbi e na Ilha do Retiro, até que Zinho apanhou uma bola desviada pela defesa, deu uma caneta num atleticano e chutou cruzado, rasteiro, para fazer 1x0. A massa rubro-negra ainda comemorava quando vieram as notícias ruins: quase ao mesmo tempo, Raí fazia 1x0 para o São Paulo, e o Sport também havia aberto o placar.
Desliguei a televisão e fiquei só no rádio. José Carlos Araújo narrava no Maracanã, e de repente perguntou a Maurício Menezes, o Danadinho, como estava o jogo no Recife. - Nada bom para o Mengão, disse Maurício, aqui só dá Sport. Então o Garotinho passou a bola para São Paulo e perguntou a Luís Carlos Silva: - E no Morumba, dá para o Goiás, Lula?
- Está difícil, disse o Lula, mas opa!, agora tem uma falta pro Goiás, Garotinho! Eu chamo de novo quando for sair a cobrança! Eu fiquei esperando o chamado, a cobrança, o gol do milagre de Celso Garcia. Luís Carlos Silva chamou, e o Garotinho disse: - Vai você, Lula!
E o Lula foi: - Atenção, Jorge Batata correu, atirooooou... LÁ DENTRO!!! Gooooooooooooooll!!! Eu pulei sozinho na sala, as vinhetas do Goiás e do Flamengo se misturaram, liguei de novo a televisão, aumentei o volume do rádio, vi Sérgio Araújo fazer o segundo do Flamengo e ouvi Luís Carlos Silva narrar o abafa inútil do São Paulo.
Vencemos, e o mesmo Goiás que havia complicado a nossa vida, complicou a vida do São Paulo. O Flamengo, que o país dava por morto e enterrado, estava classificado para as finais do campeonato brasileiro. Depois do jogo, na Rádio Globo, o vascaíno Áureo Ameno dizia que a sorte do Flamengo era gigante, quando foi interrompido por Celso Garcia: - Nada disso, Áureo. Gigante mesmo é a nossa fé.
Eu repito, duas décadas depois: gigante mesmo é a nossa fé.
VAMO QUE VAMO, MENGÃO! EU ACREDITO NO HEXA!
Gil / http://urubuzada.blogspot.com/
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Arnaldo Jabor- jornalista respeitável, cineasta, escritor e critico do atual governo federal – teve por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de retirar seu texto do site da CBN, a pedido do presidente Lula, mas a maior mídia interativa fez o texto “bombar” na internet. Assim, o tiro saiu pela culatra. Veja o artigo de Arnaldo Jabor:
A verdade está na cara, mas não se impõe
O que foi que nos aconteceu?
No Brasil, estamos diante de acontecimentos inexplicáveis, ou melhor, “explicáveis” demais.
Toda a verdade já foi descoberta, todos os crimes provados, todas as mentiras percebidas.
Tudo já aconteceu e nada acontece. Os culpados estão catalogados, fichados, e nada rola.
A verdade está na cara, mas a verdade não se impõe. Isto é uma situação inédita na História brasileira!!!
Claro que a mentira sempre foi a base do sistema político, infiltrada no labirinto das oligarquias, mas nunca a verdade foi tão límpida à nossa frente e, no entanto, tão inútil, impotente, desfigurada!!!
Os fatos reais: com a eleição de Lula, uma quadrilha se enfiou no governo e desviou bilhões de dinheiro público para tomar o Estado e ficar no poder 20 anos!!!
Os culpados são todos conhecidos, tudo está decifrado, os cheques assinados, as contas no estrangeiro, os tapes, as provas irrefutáveis, mas o governo psicopata de Lula nega e ignora tudo!!!
Questionado ou flagrado, o psicopata não se responsabiliza por suas ações.
Sempre se acha inocente ou vítima do mundo, do qual tem de se vingar. O outro não existe para ele e não sente nem remorso nem vergonha do que faz!!!
Mente compulsivamente, acreditando na própria mentira, para conseguir poder.
Este governo é psicopata!!! Seus membros riem da verdade, viram-lhe as costas, passam-lhe a mão nas nádegas. A verdade se encolhe, humilhada, num canto. E o pior é que o Lula, amparado em sua imagem de “povo”, consegue transformar a Razão em vilã, as provas contra ele em acusações “falsas”, sua condição de cúmplice e Comandante em “vítima”!!!
E a população ignorante engole tudo. Como é possível isso?
Simples: o Judiciário paralítico entoca todos os crimes na Fortaleza da lentidão e da impunidade. Só daqui a dois anos serão julgados os indiciados –nos comunica o STF.
Os delitos são esquecidos, empacotados, prescrevem. A Lei protege os crimes e regulamenta a própria desmoralização. Jornalistas e formadores de opinião sentem-se inúteis, pois a indignação ficou supérflua. O que dizemos não se escreve, o que escrevemos não se finca, tudo quebra diante do poder da mentira desse governo.
Sei que este é um artigo óbvio, repetitivo, inútil, mas tem de ser escrito....
Está havendo uma desmoralização do pensamento.
Deprimo-me:
Denunciar para quê, se indignar com quê? Fazer o quê?
A existência dessa estirpe de mentirosos está dissolvendo a nossa língua.
Este neocinismo está a desmoralizar as palavras, os raciocínios. A língua portuguesa, os textos nos jornais, nos blogs, na TV, rádio, tudo fica ridículo diante da ditadura do lulo-petismo.
A cada cassado perdoado, a cada negação do óbvio, a cada testemunha, muda, aumenta a sensação de que as idéias não correspondem mais Aos fatos!!!!
Pior: que os fatos não são nada - só valem as versões, as manipulações.
No último ano, tivemos um único momento de verdade, louca, operística, grotesca, mas maravilhosa, quando o Roberto Jefferson abriu a cortina do país e deixou-nos ver os intestinos de nossa política.
Depois surgiram dois grandes documentos históricos: o relatório da CPI dos Correios e o parecer do procurador-geral da república. São verdades cristalinas, com sol a Pino.
E, no entanto, chegam a ter um sabor quase de “gafe”.
Lulo-petistas clamam: “Como é que a Procuradoria Geral, nomeada pelo Lula, tem o desplante de ser tão clara! Como que o Osmar Serraglio pode ser tão explícito, e como o Delcídio Amaral não mentiu em nome do PT? Como ousaram ser honestos?”
Sempre que a verdade eclode, reagem.
Quando um juiz condena rápido, é chamado de “exibicionista”. Quando apareceu aquela grana toda no Maranhão (lembram, filhinhos?), a família Sarney reagiu ofendida com a falta de “finesse” do governo de FH, que não teve a delicadeza de avisar que a polícia estava chegando...
Mas agora é diferente.
As palavras estão sendo esvaziadas de sentido. Assim como o stalinismo apagava fotos, reescrevia textos para contestar seus crimes, o governo do Lula está criando uma língua nova, uma neo-língua empobrecedora da ciência política, uma língua esquemática, dualista, maniqueísta, nos preparando para o futuro político simplista que está se consolidando no horizonte.
Toda a complexidade rica do país será transformada em uma massa de palavras de ordem, de preconceitos ideológicos movidos a dualismos e oposições, como tendem a fazer o Populismo e o simplismo.
Lula será eleito por uma oposição mecânica entre ricos e pobres, dividindo o país em “a favor” do povo e “contra”, recauchutando significados que não dão mais conta da circularidade do mundo atual.
Teremos o “sim” e o “não”, teremos a depressão da razão de um lado e a psicopatia política de outro, teremos a volta da oposição Mundo x Brasil, nacional x internacional e um voluntarismo que legitima o governo de um Lula 2 e um Garotinho depois.
Alguns otimistas dizem: “Não... este maremoto de mentiras nos dará uma fome de Verdades”!
http://vaniafrazao.blogspot.com
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Atacante se especializa em motivar a equipe antes das partidas e revela que pressentiu derrota para o Barueri: ‘O clima não estava legal’
A ajuda em forma de gols, dribles e passes o Flamengo conhece. Mas nas últimas partidas, Adriano passou a se destacar também na oratória. No jogo contra o Atlético-MG, no Mineirão, foram dele as últimas palavras na corrente antes de o time entrar em campo. Deu certo.
Porém, nem só de vitórias é feita a trajetória do novo guru rubro-negro. Ele revela que antes da derrota por 2 a 0 para o Barueri fez um discurso avisando que daquela forma a equipe não ganharia.
- Não sou muito de falar. Contra o Barueri, senti uma coisa ruim e aconteceu aquilo. Desde o aquecimento eu via que o clima não estava legal.
O método de Adriano visa a levantar a autoestima dos companheiros. Na última partida, ele fez um relato breve e emocionado de sua trajetória, de como o menino descalço da Vila Cruzeiro transformou-se no Imperador, venerado pela maior torcida do país e respeitado no mundo inteiro.
- Cada um tem de ter orgulho do que é e jamais desistir dos seus objetivos. Passei força e responsabilidade aos jogadores e deixei a motivação de todos lá em cima.
Neste domingo, perseguindo o objetivo do título brasileiro, o Flamengo visita o Náutico, às 17h (de Brasília), no estádio dos Aflitos. O GLOBOESPORTE.COM acompanha em Tempo Real, com vídeos.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Grupo recebe R$ 180 mil após o treino desta quarta-feira. Jogadores cobram premiação por partida na reta final do Campeonato Brasileiro
Petkovic caminha no CT antes de conversar com Marcos Braz Dois jogos, quatro pontos e R$ 60 mil nas mãos do elenco. A premiação casada do Flamengo é conhecida nesta reta final de Campeonato Brasileiro. No entanto, por causa das penhoras, a diretoria teve problemas para quitar o acerto combinado. Após o treino de quarta-feira, no Ninho do Urubu, o vice-presidente de futebol Marcos Braz convocou o elenco para entregar o dinheiro.
/>Um a um, os atletas saíram do vestiário com um envelope pardo nas mãos. Dentro dele o resultado da campanha que mantém o Rubro-Negro na luta pelo título a quatro rodadas do fim do campeonato. O valor dividido foi de R$ 180 mil.
Apesar do esforço da diretoria para honrar os acertos há um pedido do grupo para que o bicho seja por partida na reta final. O principal defensor da ideia é o sérvio Petkovic. Ele interpelou Braz ao fim do treino de quarta e os dois conversaram no vestiário.
- Tudo tranquilo – limitou-se a
dizer o dirigente na saída do Ninho.
Em terceiro lugar, com 57 pontos, o Flamengo volta a campo no próximo domingo contra o Náutico, no estádio dos Aflitos.
Fonte: Globo.com /eusouflamengo.com
Lateral do Flamengo fez três gols nas últimas partidas contra o adversário do próximo domingo, no estádio dos Aflitos
Isabella, a filha mais nova de Léo Moura ainda nem havia nascido quando o pai fez um dos gols da vitória do Flamengo por 3 a 0 sobre o Náutico, em julho. Mas o lateral-direito não deixou a caçula sem homenagem. Nos dois jogos seguintes contra o time pernambucano, ele também deixou sua marca.
Léo Moura exibe as chuteiras brancas em homenagem às filhas Isabella e Maria Eduarda
- Tenho um
bom histórico contra eles. Mas todos os jogos foram bem complicados. No primeiro, fiz um gol de cabeça por cima do goleiro, depois acertei um chute no ângulo e no último aproveitei um rebote de uma finalização do Pet – relembrou.
Neste domingo, o carrasco retorna ao estádio dos Aflitos e leva nos pés chuteiras personalizadas das filhas. Há o nome de Isabella (de um ano e três meses) e Maria Eduarda (três anos) tanto no pé esquerdo quanto no direito.
- Assim não tem como uma se sentir beneficiada porque está no pé que uso mais –
brincou o destro.
Para repetir o retrospecto contra o Timbu, Léo Moura pede auxílio ao companheiro de quarto. Adriano está acostumado a fazer gols. São 18 no Brasileiro e alguns com passes do lateral.
- Chegou a hora de ele me devolver um presente (risos). Eu sei a maneira de ele jogar e vice-versa. Nos entendemos no olhar – contou.
Em terceiro lugar, com 57 pontos, o Flamengo volta a campo no próximo domingo contra o Náutico, no estádio dos Aflitos.
Fonte: Globo.com /eusouflamengo.com
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
[...] Tenho consciência que não tenho sido o melhor dos filhos, tenho grandes defeitos e nunca parei de cometer erros, mesmo conhecendo e sabendo suas conseqüências; banalidades, infantilidades até; não tenho desculpas plausíveis, nem almejo redenção, só peço que os próximos passos sejam no caminho certo, estou realmente cansado do mesmo, cansado da largada sem chegada, da festa sem música, do sorriso sem verdade, das palavras vazias, da busca pelo que não conheço, de esperar o que não vem, de sonhar os sonhos de outrem, de viver por outrem, quero o meu sonho, a minha história, o meu plano, quero a luz no caminho certo, confesso não saber viver sozinho, mas não a sensação física, e nem de estar em multidão, mas sim o estado de graça, do sorrir sem ter razão, do preenchimento sem estar cheio, do tudo sem ter nada, do poder e da coragem, baseado na confiança, da entrega sem culpa, pelo simples merecer, para quem não irei me arrepender e o farei com o prazer de uma criança com o novo, com o bom, com quem o senhor me indicar, ou continuar só em meio a toda a multidão se for o que deseja, só peço que me guie, estou me declarando diante de seus filhos.
[...]de peito aberto, sangrando, com espasmos de dor e felicidade, novamente em busca da batida perfeita... sem rumo e sem chão[...] 17/08/09 01h57.
wanderson silva
[...]
E assim mais um momento em que tudo parece perder o sentido de repente; em que a tristeza toma conta de tudo e não há luz de onde se tem esperança, quando colocamos em uma só pessoa tudo o que idealizamos, sempre corremos o risco de não sermos correspondidos em nossas expectativas, mas a culpa não é do outro, é somente nossa, nós somos responsáveis por nós mesmos, nós erramos e persistimos em nossos erros, em nós sempre esteve a saída, resta somente encontrar, cada um colhe do mundo aquilo que semeou, em sua medida, Deus só nos dá o fardo que sabe que podemos carregar, façamos nosso corretamente para que possamos cobrar o que queremos.
wanderson silva
segunda-feira, 6 de julho de 2009
[...] Escrevo sobre o corpo nu, pintado com sangue, trechos de memorias de meu amor-cão.Esquartejei minha estimada coleção de sonhos apodrecidos pelo tempo, esse senhor impiedoso cheio de truques baixos e sujos.Traço os contornos e as perspectivas de um apocalipse iminente, quase um mantra de um sedentarismo metafisico.Amor, prefiro não comete-lo, a esconder verdades inconfessáveis sobre o medo e a culpa, mera descrição das experiências vividas e a ansiedade em vivencia-las.A sensação é de algo mal-resolvido. Coisas inteiramente obscuras vem a tona de forma velada, não com revolta, mas com total aceitação.Vivendo no poço sem fundo do esquecimento vejo miragens de pessoas vazias de olhos esbugalhados, atormentadas por demónios praticamente invenciveis.
Ensejo extraordinário, ainda que de relance, olhar para dentro da alma.Visto o amor como uma peça ambígua, que enfeita e machuca ao mesmo tempo. Sua cortina de laminas me impede de ultrapassar a redoma criada em um misto de proteção e afastamento. Uma espécie de cegueira involuntária.Cores diferentes alcanço, no efeito entre a realidade e a ilusão, a verdade e a turbulência, questionando a fisicalidade das coisas do mundo e reorganizando-me segundo minha poética banalidade sentimental.Acredito que haja uma verdade mais ampla e profunda quase que exclusivamente do lado escuro do homem e da vida.Não escrevo o que vejo, mas o que sinto.Não toco a vida com a ponta dos dedos. Faço com paixão, com entrega.Toda energia compactada num gesto ainda não completo, todas as estradas à frente, nenhum peso às costas.Afinal encontro a paz no momento imediatamente antes do salto.O hoje absoluto repleto de amanhã. [...]
[...] Agora foi e sem volta![...]
wanderson silva
sexta-feira, 19 de junho de 2009
[...]”Não julgueis para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós.” [...]
[...] Esses dias, estive analisando no que me tornei, ou deixei que me tornassem, sim, pois somos responsáveis por nós mesmos e pelos que nos cercam, aceitar isso pode ser um pequeno passo para concertar tudo, mas é um grande inicio para que procura, É nos momentos de crise, que se separa o homem da criança, os fortes se sobressaem e os fracos se afundam em suas próprias lamurias e receios, incapazes de saírem de seu mundinho pequeno, mesquinho e tão cego a ponto de não perceber que as oportunidades existem e sempre existirão, a diferença está naquele que sabe identificar e moldá-la a seu favor. É fácil dizer que não consegue, é fácil criticar, é fácil julgar sem conhecimento ou até com conhecimento de causa e mais fácil ainda é não fazer nada, e onde está o mérito? Onde está a luta? Quais ganhos estão associados à vida alheia? Qual prazer há em destrinchar a vida de outrem se não o de deixar de cuidar da sua, procurando defeitos no outro para minimizar e esconder os seus próprios? É cada vez mais evidente e fácil esconder-se, tornando mais fácil ainda criticar aquele que consegue sair dessa penumbra e enfrentar a vida, basta acreditar, basta agir acima de tudo; aquele carrega rancor e mágoas, sempre trará para si, aquilo que alimenta, na mesma mão que quem transporta amor, bondade e tudo o que ainda há de melhor entre nós, sempre atrairá o belo, o bom o amor, e as bênçãos do pai eterno. [...]
[...] Dizia Alziro Zarur (1914-1979), o saudoso fundador da Legião da Boa Vontade, que "não há segurança fora de Deus": o Deus entendido naturalmente como Fraternidade, não o sanguinário inspirador de atos fanáticos. O seu raciocínio, evidentemente, aplica-se também à sociedade, como a todos os demais segmentos da vida do Homem na Terra. [...]
[...] Deixo a vida me levar, mas não para onde não quero ir [...]
wanderson silva
sexta-feira, 8 de maio de 2009
[...] Ufa!!! [...]
[...] Se hoje me percebe, é sinal que já não sou quem eu queria ser ou não estou como pretendia.
Já não tenho respostas, as frases são sempre interrompidas, o vazio é uma constante.
Vida louca, vida bandida, que te pega, te joga, te bate, te afaga e te destroça.
Mas como disse Dalai Lama, "Só existem dois dias do ano em que nada pode ser feito, o dia de ontem e o dia de amanhã. Portanto hoje é o dia certo. Sonhe, acredite e principalmente FAÇA." E talvez o dia de amanhã não seja apenas mais um, sendo o grande dia, a marca para um reinicio, uma nova vida. Forca e fé.
Tão curto como um sonho bom, tão longo quanto uma estrada sem fim, assim são os dias que se passam e as noites que se esticam, onde o sol não aquece e a noite já não esfria, sigamos a pé por essa via, quem sabe um dia chegue e nada mais se sinta falta. [...]
[...] Deixo a vida me levar, mas não para onde não quero ir [...]
wanderson silva
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Saudoso futuro mais que imperfeito...
[...] Aonde estão aqueles que cruzaram nossos caminhos e apesar do pouco que permaneceram, nos deixaram coisas muito importantes? [...]
[...] Por onde andam os que nos deixaram um pouco de sabedoria e ensinaram-nos a sermos nós mesmos? [...]
[...] Será que um dia na jornada da vida iremos encontrar novamente quem um tempo marcou nossa vida? [...]
[...] Quando teremos a oportunidade de agradecer o pouco que aprendemos as pessoas que pouco nos acompanharam? [...]
[...] “Sentir saudade é tentar prever o futuro” [...]
[...] Que eu tente prever todos os futuros dos quais sinto falta que aconteçam... [...]
[...] Que minha sorte não mais esteja fadada a esbarrar e não agarrar as pessoas como foi antes... [...]
[...] Que o luto moral da perda parcial não invada a minha alma e meus pensamentos... [...]
[...] Queria eu não sentir mais saudades... Queria eu diminuir a felicidade que tenho com lembranças boas e coisas tortas... [...]
[...] Queria eu andar para frente! Sem olhar para o lado! [...]
[...] Ufa!!! [...]
obs.: [Nada do que tem nesse post é de minha autoria, achei interessante e resolvi colocar aqui]
wanderson silva
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
[...] Hãn????????!!! [...]
[...] A teoria estabelece que uma pequena mudança ocorrida no início de um evento qualquer pode ter consequências desconhecidas no futuro. Isto é, se você realizar uma ação nesse exato momento, essa terá um resultado amanhã, embora desconhecido. O meteorologista norte-americano Edward Lorenz descobriu, no início da década de 1960, que acontecimentos simples tinham um comportamento tão desordenado quanto à vida. Ele chegou a essa conclusão após testar um programa de computador que simulava o movimento de massas de ar.
Em busca de uma resposta Lorenz teclou um dos números que alimentavam os cálculos da máquina com algumas casas decimais a menos, na expectativa de que o resultado tivesse poucas mudanças. No entanto, a pequena alteração transformou completamente o padrão das massas de ar. Segundo ele seria como se o bater das asas de uma borboleta no Brasil causasse, tempos depois, um tornado no Texas. Fundamentado em seus estudos, ele formulou equações que demonstravam o “efeito borboleta”. Origina-se assim a Teoria do Caos. Alguns cientistas concluíram também que a mesma imprevisibilidade aparecia em quase tudo, do número de vezes que o olho pisca até a cotação da Bolsa de Valores. Para reforçar essa teoria, na década de 1970 o matemático polonês Benoit Mandelbrot notou que as equações de Lorenz coincidiram com as que ele próprio havia feito quando desenvolveu os fractais (figuras geradas a partir de fórmulas que retratam matematicamente a geometria da natureza, como o relevo do colo, etc.). A junção do experimento de Lorenz com a matemática de Mandelbrot indica que a Teoria do Caos está na essência de tudo, dando forma ao universo. [...]
[...] Toda uma fundamentação para o não entendimento ou entendimento demasiado de certas atitudes e fatos [ashuashaush] [...]
[...] O efeito da batida de asas de uma borboleta, insignificante não? Talvez, mas é o mesmo que certos praticantes do ato da mentira como meio de encobrir atos tenebrosos, ou simples atos, tendem a praticar e a achar sem mal algum, pelo menos visível em um curtíssimo prazo, mentes mais leigas (meu caso também, ashuhaushaus), mas o que é importante a ser retratado é o caso da consequência futura do ato, considerando que há duas mãos e não somente uma, na maioria da vezes acreditamos estar realizando um bem, talvez até o faça por um determinado tempo, porém a continuidade causa o hábito e o hábito molda o seu cárater (ashuashuash, olhei isso em um orkut, já decorei, tenho até tentado moldar o meu, estava meio pendioso a caminhos meio feios, ashusahsuahsu) [...]
[...] Indagações pitorescas do tipo: Você me ama??? Você já me traiu??? O que faria se eu te traísse??? Me perdoaria??? Como podem ser analisadas tais investimentos à procura de uma resposta??? Será que a pergunta está direcionada ao canal certo??? Será que o caminho a ser seguido não é o próprio interior??? [...]
[...] Pare e pense, lembra-se de filmes e seriados, considerados muitas vezes bobos de investigações??? "CSI Investigação Criminal, O colecionador de Ossos, entres outros, considere sua vida como um fato a ser analisado, algo que alguém lhe disse a muito tempo, pode responder uma indagação de hoje, uma pergunta, uma brincadeira, uma indireta, os seres humanos tendem a deixar pistas de seus erros, existem crimes sem testemunhas, mas todo crime tem vestígios, basta uma ótica mais apurada [...]
[...] Como diriam alguns em Travian, meus caros noob's, tudo é possível, ou nada é impossível, muitas vezes não temos a ferramenta adequada em mãos, mas um dia elas aparecem, olha que realmente aparecem, as peças do quebra-cabeças estão sempre lá, basta olhar de uma outra forma [...]
[...] Até quando ????? [...]
wanderson silva

